A infiltração do marxismo cultural no Brasil

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Em 1964, antes do início do processo mundial de transformações culturais, os militares estavam preocupadíssimos com a situação do comunismo no Brasil.

Enquanto os EUA viviam Woodstock e a revolução cultural, o Brasil vivia um regime de exceção, de um governo civil-militar que foi instaurado para evitar a instalação do comunismo no Brasil. Em 1964, antes do início do processo mundial de transformações culturais, os militares estavam preocupadíssimos com a situação do comunismo no Brasil. A Igreja brasileira apoiava os militares, fazendo diversas manifestações populares contra o comunismo no país. A Igreja brasileira era conservadora e anticomunista[1].

Católicos fazem passeata em favor da família e ao regime militar
Católicos fazem passeata em favor da família e ao regime militar

Apesar de o regime de exceção ser chamado de ditadura, quando comparado às outras ditaduras da América Latina, vê-se que o regime no Brasil não foi tão violento assim. A contagem de vítimas de perseguição, feita pelos próprios movimentos esquerdistas, chegou a cerca de trezentas pessoas, levando em consideração que em diversos momentos o exército se confrontou com guerrilhas ou se envolveu em confrontos armados. Ao contrário, é notório que a repressão militar representou o crescimento da cultura comunista no país, pois os militares achavam que o comunismo que devia ser evitado era o comunismo armado, deixando de lado o comunismo cultural, chegando até mesmo a subsidiá-lo. O governo militar dava dinheiro para publicações comunistas. Tal realidade é confirmada pelos próprios marxistas.

Os militares eram liberais e por isso acreditavam que era preciso dar espaço também para a esquerda. Os militares tinham medo da insurreição armada, dando aos marxistas uma válvula de escape: as universidades. Os espiões nas salas de aula só verificavam se os professores ensinavam algo no que diz respeito à revolta armada. Quando isso era comprovado, o indivíduo era levado para interrogatório e, esporadicamente, torturado. Os militares brasileiros não souberam identificar e combater o marxismo cultural, mas somente o marxismo armado.

Dias Gomes
Autor de novelas da Rede Globo de Televisão, Dias Gomes foi um dos responsáveis em levar ao lares brasileiros a revolução cultural gramsciana
Casal de lesbicas
Lesbianismo usado como navio quebra gelo pelo movimento gay no Brasil

 

Aproveitando-se dessa situação, alguns autores comunistas passaram a se aproveitar de novelas para ir, pouco a pouco, apresentando o conteúdo revolucionário para a nação[2]. As novelas (realidade que ainda hoje continua no Brasil) se prestaram a levar à frente a proposta da escola de Frankfurt de revolução cultural. Mas, para a população em geral, a grande impressão era a de que as novelas eram expressão da sociedade capitalista decadente americana e que estavam por destruir o cristianismo e a família brasileira.

Atualmente, no Brasil, ganha grande exposição nas novelas um dos grandes bastiões da revolução cultural: a promoção da cultura homossexual. Para que se explique a importância do homossexualismo no contexto revolucionário é necessário fazer um pequeno resgate histórico e teórico. Marcuse, percebendo que a revolução marxista não eclodiu através da luta de classes, se aproveitou de uma realidade característica do ser humano (a inveja), para alimentar um combustível de revolta. Pierre Bourdieu[3], por sua vez, sistematizou a revolta no conceito de excluído[4], que foi criado para promover a questão da inveja. Aí entram os homossexuais[5]pois o seu desejo de igualdade com os heterossexuais os leva constantemente à revolta.

Seguindo fielmente esta cartilha, as novelas brasileiras tem buscado apresentar a cultura homossexual principalmente pela exploração do lesbianismo, uma vez que os grandes opositores do homossexualismo, os homens heterossexuais, aceitam mais facilmente o relacionamento entre duas mulheres do que o relacionamento entre dois homens. O machismo do brasileiro é o maior empecilho para a aceitação do homossexualismo neste país[6].

Os que pensam a revolução cultural sabem que seu trabalho deve ser feito de forma lenta, gradual, dando a impressão de naturalidade, ou seja, dando a impressão de que a sociedade caminha assim naturalmente. O marxismo cultural, no Brasil, já conseguiu a hegemonia cultural e da mídia. Pela política da dominação de espaços, já dominaram a classe falante (jornalistas, cineastas, psicólogos, padres, juízes, políticos, escritores) que é formada no pensamento do marxismo cultural. Não existe nenhuma universidade brasileira que seja exceção… principalmente as católicas.

Tudo isso é fruto de um descaso histórico dos conservadores[7], que permitiu que o marxismo cultural tomasse conta das universidades. Em qualquer curso universitário é possível constatar tal realidade através de um ódio frontal e fundamental ao cristianismo, aos valores cristãos e mais especificamente ao catolicismo tradicional. E o que se vê é que a classe falante revolucionária, apesar de ser minoria, domina hegemonicamente os meios de produção da cultura, enquanto a maioria de brasileiros mudos, conservadores em muitos aspectos, não tem representação, imaginando que seu posicionamento é compartilhado por poucos[8].

Referências

  1. Com relação à Igreja no Brasil, a mudança no panorama se deve, em grande parte, à Teologia da Libertação, mas também por influência do Concílio Vaticano II. Porém, a realidade eclesial será abordada com maior clareza em outro momento. Esta aula se dedicará à análise dos acontecimentos civis.
  2. Dias Gomes, por exemplo, transpôs para as novelas a mentalidade marxista. Através de suas obras, aproveitando-se do liberalismo militar e do liberalismo capitalista de Roberto Marinho, fomentou a aceitação do divórcio na sociedade brasileira. Na sua mais famosa novela, Roque Santeiro, apresentou uma caricatura da Igreja, apresentada como uma farsa, mostrando que estaria interessada somente no dinheiro e na opressão dos pobres.
  3. Sociólogo francês.
  4. Na realidade, tal conceito nasceu de um pensamento marxista. Foi um termo cunhado para explorar a inveja como combustível capaz de eclodir uma revolução. O combustível da inveja é capaz de produzir uma revolta. Os acontecimentos de protestos nas bolsas de valores no mundo inteiro, por exemplo, não é outra coisa que simplesmente fruto da inveja: as pessoas querem ter mais. Nunca houve uma sociedade que possuísse tanto, mas que ao mesmo tempo fosse tão infeliz.
  5. Existe algo de muito inquietante no homossexualismo por sua própria natureza, pois ele está numa situação em que sua própria opção de vida sexual o coloca contra a realidade biológica da ordem das coisas. Querem igualdade, organizam passeatas, mas não existe ideologia nesse mundo que consiga tal intento, pois a estrutura da realidade não é de acordo com o que estão querendo ou exigindo. Não existe ideologia no mundo que consiga mudar o fato de que de uma união homossexual não irá produzir fruto. Exatamente por isso o movimento homossexual é um dos mais utilizados para quebrar a ordem das coisas.
  6. A tática revolucionária, porém, é bastante simples: se é possível aceitar o relacionamento homossexual entre duas mulheres, qual a razão de ainda serem criadas barreiras para a aceitação do relacionamento homossexual entre dois homens?
  7. Tanto no que diz respeito aos militares, quanto à elite capitalista brasileira e à própria Igreja.
  8. Tal característica conservadora da população brasileira ainda pode ser comprovada numa análise encomendada por um grande jornal que mostrou que 70% da população brasileira ainda tinha posições conservadoras em questões morais (não aceitação do aborto, não aceitação do casamento gay, defesa da indissolubilidade do matrimônio, do valor da castidade e da virgindade, da pena de morte, contra a liberação das drogas).

Fonte: http://padrepauloricardo.org/

Eu poderia ter feito alguma coisa…

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Sophie Schooll e Traudl Junge. Uma falou e a outra se calou. E você?

VOCÊ PODE FAZER ALGUMA COISA

Quem vai ganhar o segundo turno das eleições brasileiras? Não importa. Do ponto de vista dos “resultados tangíveis”, ou seja, do número de votos que cada candidato ou candidata receberá, alguns eleitores se sentirão vitoriosos e outros experimentarão a sensação de derrota. Entretanto, o que conta aqui não é a vitória ou a derrota de um partido, mas sim a postura dos eleitores, sejam eles vencidos ou vencedores. A pergunta que deveria ser feita por cada um é: Agi da forma correta? Esta é a questão.

UMA HISTÓRIA EXEMPLAR PARA NOS INSPIRAR

Quem assistiu ao impactante filme A Queda, de Oliver Hirschbiegel, jamais esquecerá o depoimento de Traudl Junge, ex-secretária de Adolf Hitler. Numa participação especial no filme, a verdadeira secretária, agora uma octogenária senhora, abaixa os olhos envergonhada e lamenta: “Eu poderia ter feito alguma coisa”.

Durante décadas, Traudl Junge escondeu-se debaixo da desculpa “Eu não podia fazer nada”. Como secretária particular de Hitler, Junge testemunhou seu chefe comandar as maiores atrocidades da história da humanidade. E ela não fez nada. Nem pró, nem contra. Alguns dos documentos responsáveis pela autorização da morte de milhões de judeus foram datilografados por ela. Mas, como mera secretária, era esse seu papel: datilografar. Ela não era soldado, conselheira, nem tão pouco confidente de Hitler. Limitou-se a datilografar. Uma mera expectadora. E isso lhe serviu de desculpa ao longo da vida.

Um dia, entretanto, Traudl Junge passava pelo corredor de uma Universidade quando se deparou com um busto em homenagem à Sophie Schooll. Neste momento, todas as suas desculpas caíram por terra. E foi justamente relembrando este episódio que ela fez o famoso depoimento registrado no filme A queda: “Eu poderia ter feito alguma coisa”.

Homenagem a Sophie Schooll na Universidade de Munique

QUEM FOI SOPHIE SCHOOLL?

Sophie Magdalena Scholl nasceu na cidade alemã de Forchtenberg no dia 9 de maio de 1921. Como cristã, fez parte do grupo estudantil Rosa Branca, um movimento de resistência antinazista. Ou seja, Sophie Schooll vivia na Alemanha de Hitler e fez parte de um movimento contra Hitler! Dá para imaginar a grandeza desta alemãzinha que tinha na época apenas 21 anos!?

Não é preciso entrar em detalhes sobre o clima político e social que cercava o mundo de Sophie, pois todos conhecem os horrores em que estava mergulhada a Alemanha sob domínio Nazista. As tropas das SS e da Gestapo policiavam os mínimos detalhes da vida dos cidadãos alemães e ao medo de se posicionar juntava-se a alienação dos que não estavam informados do que acontecia nos bastidores da política alemã. Ou seja, alienação de uns e receio de outros.

Foi neste contexto que, no verão de 1942, Sophie Schooll ajudou a produzir e passou a distribuir panfletos alertando os universitários sobre os perigos da política nazista.

Além de mostrar os desmandos do Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, o Partido dos Trabalhadores alemão, os folhetos distribuídos por Sophie Schooll traziam textos do Brit Hadashá (Novo Testamento), principalmente trechos do Apocalipse de João. Os folhetos eram distribuídos de mão em mão ou colocados nas caixas de correio das casas de grandes cidades da Baviera, o berço do movimento nazista.

Carteira de Adolf Hitler. Como líder do Partido dos Trabalhadores, Hitler foi um verdadeiro Petista. Alemão é claro.

No dia 18 de fevereiro de 1943, Sophie foi flagrada na Universidade de Munique distribuindo o 6º panfleto produzido por seu grupo. Foi denunciada pelo Reitor que passou a monitorar seus passos. Quatro dias depois, em 22 de fevereiro de 1943, foi presa no pátio da Universidade, depois que o Reitor chamou a Gestapo enquanto ela distribuía mais folhetos entre os alunos. Juntamente com Sophie foram presos seu irmão, Hans Scholl e outro universitário chamado Christoph Probst. Levados para a sede da Gestapo passaram por um julgamento que durou apenas 4 horas. Foram decapitados no mesmo dia.

Os irmãos Hans e Sophie Schooll conversando com Christoph Probst numa foto histórica tirada poucos dias antes da detenção e execução dos três.

Nos meses que se seguiram, entre fevereiro e outubro de 1943, mais de 50 integrantes do movimento Rosa Branca foram executados por ordem de Hitler.

Passados quase 70 anos do episódio, Sophie School e seus amigos são hoje heróis nacionais na Alemanha. Além do busto e de diversas homenagens que recebe a cada ano por todo o país, há na Universidade de Munique uma singela homenagem aos estudantes mortos: No pátio da Universidade, incrustado no chão, está uma porção de folhetos, esparramados no mesmo lugar onde caíram das mãos de Sophie quando esta foi presa pela Gestapo.

No pátio da Universidade de Munique, réplica dos panfletos escritos por Sophie Schooll relembram o local e o momento em que ela foi presa.

O LEGADO DE SOPHIE

A história de Sophie Schooll – e mais ainda, o lamento de Traudl Junge – deveriam servir de exemplo para os brasileiros sensatos nos dias de hoje. Diante do rolo compressor empreendido pelas forças de um embrionário Estado Totalitário, os brasileiros não deveriam se intimidar! O quem vencerá não importa no momento. O importante é o de que lado eu estou!

Para efeito de “resultados”, Sophie Schooll “perdeu” quando foi calada, presa e decapitada. E Hitler foi comunicado da “derrota” imposta à Sophie. Quem sabe se quem comunicou esta “vitória” nazista à Hitler não tenha sido a própria Traudl Junge.

O tempo passou, a derrotada Sophie Schooll é hoje reverenciada em livrosfilmes eo vitorioso Adolf Hitler não é nome de nenhuma praça, rua, beco ou viela em toda Alemanha.

Sua postura nas eleições que se aproxima pode não alterar a ordem das coisas. Independentemente do seu voto, as coisas acontecerão de uma forma ou de outra. Entretanto um dia, no futuro, você terá um encontro com a História. Nesse momento, poderá olhar para trás e, mesmo que derrotado, saber que agiu como uma Sophie Schooll. Ou, envergonhado, baixar a cabeça e lamentar: “Eu poderia ter feito alguma coisa!”

Fonte: http://noticiasdesiao.wordpress.com/2010/10/25/sophie-schooll/

Agradecimento:http://www.matutando.com/

Manifesto em Defesa da Democracia

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Inconformados com a marcha para o autoritarismo do governo federal do PT antes das eleições presidenciais de 31/10/2010, brasileiros notáveis lançam em praça pública o “Manifesto em Defesa da Democracia”.
Entre eles: Dom Paulo Evaristo Arns (Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo), Hélio Bicudo (Fundador do PT), Ferreira Goullar (Poeta, Ganhador do Prêmio Camões – 2010), Miguel Reali Jr. (ex-Ministro da Justiça, Professor Titular de Direito Penal da USP), José Carlos Dias (ex-Ministro da Justiça) e Henry Sobel (Rabino, ex-Presidente do Rabinato da Congregação Israelita Paulista – CIP).

 

 

O VÍDEO VAZOU!!!

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O FILME VAZOU ( FILMARAM O BANDO) LEIA ANTES DE VER O FILME.

“Mentira tem perna curta”…

O FILME VAZOU, FILMARAM REPAREM NO HOMEM DE CAMISA VERDE NO INICIO DA GRAVAÇÃO: SE TRATA DO SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA LULA.
Ao perceber que está sendo filmado, ele se evade rapidamente do local…. por quê?

…bem no início do vídeo…atente…

E ELE AINDA DIZ QUE NÃO SABE DE NADA SENHORES SENADORES E SENADORAS, MOSTREM ESTE FILME PARA ELES PARA PROVAR QUE SÃO TOTALMENTE CORRUPTOS, VEJAM O ASSUNTO DE QUE TRATAVA ZÉ DIRCEU.
E QUE DEUS TENHA PENA DO NOSSO BRASIL!

IMPRESSIONANTE, para AMPLA DIVULGAÇÃO,Vejam o TEXTO e o FILME!!!

JOSÉ DIRCEU E LULA ATRÁS?!!!

Vejam um filme, gravado por João Salles, que retrata uma reunião entre José Dirceu (Cassado pela CPI do Mensalão, Bruno Maranhão (que invadiu o Congresso), Lula, Luiz Gushiken Ministro Chefe da Casa Civil (acusado de participação em desvio de Verbas), Gilberto Carvalho (acusado de proteger Sombra, um dos prováveis envolvidos na morte de CELSO DANIEL) e Guido Mantega.

Reparem como o filme parece retratar uma”reunião para atos obscuros”e a preocupação de José Dirceu em não ser gravado. LULA PARTICIPA, OU SEJA, ELE SABIA DE TUDO. Percebam o Lula fugindo para não ser filmado ….
(logo no inicio do filme, ele está de camisa VERDE atrás do Zé Dirceu)
Há quem duvide que este José Dirceu esteja por detrás dos bastidores,sendo o mentor da quadrilha. Atente para a sua pinta de bandido perigoso.

http://player.vimeo.com/video/15664037?color=ff0179

O VIDEO VAZOU!!! from SPIT on Vimeo.

A verdade sobre o comunismo (Parte 2): Lula vai implantar o socialismo no Brasil

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Saiba a opinião do ex-sindicalista e ex-presidente da Polônia que ajudou a derrubar o socialismo naquele país sobre o presidente Lula. E ele afirma: LULA QUER IMPLANTAR O SOCIALISMO NO BRASIL!

Quando Lula era o jovem presidente dos metalúrgicos ele disse a Walesa:

“Vou implantar o Socialismo no Brasil”

A Verdade sobre o Comunismo (Parte 1)

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Brasileiros!

Quando o comunismo toma o poder de um país, eles iniciam então a prática que lhes é comum, começam a prender, matar a todos os que consideram inimigos, mas não pensem que é somente os seus inimigos declarados que serão assassinados, o comunismo pretende ser um regime mundial, para isso a sociedade deve ser refeita.

No pensamento comunista o que significa refazer uma sociedade?

Significa matar as pessoas mais influentes como cientistas, doutores, pensadores, professores, escritores, religiosos de qualquer religião, formadores de opinião e principalmente os trabalhadores que trabalharam com eles para a implantação da ditadura comunista.

Não acredita?

Pesquise o que Stalin fez com os trabalhadores pobres que lhe ajudaram a tomar o poder. Já lhe adianto, Stalin os matou de fome. Quer saber como? Veja as 9 parte do vídeo: THE SOVIET HISTORY – A HISTÓRIA SOVIÉTICA

Comunismo não é partido político, comunismo é seita satânica.
Partidos políticos não querem destruir uma sociedade pela fome, injustiças, violências, doenças, misérias, desemprego, e todo tipo de desordem social como manobra para vencer eleições, sem piedade e amor pelo país, em total desprezo do povo, principalmente dos mais pobres.

O comunismos usa essa tática, usa as desgraças sociais para se promover.

Brasileiros!
Acordem antes que seja tarde demais, os comunistas estão avançando devagar, pois sabem que os brasileiros não querem ser comunistas, não querem ser cúmplices das atrocidades e nem cometer crimes que somente comunistas cometem.

“Vou implantar o Socialismo no Brasil”, diz Lula!

Um país de contradições…

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Depois da Fábula do Lobo Mau e da Loba Má que publiquei uns dias atrás, queria contar outra historinha pra vocês. Mas, esse personagem de hoje nem parece com a vovozinha, nem com o caçador, muito menos com aquele porquinho inteligente que construiu sua casa de tijolos… esse personagem é um típico político brasileiro.

Quem é ele? ECCE HOMO!

 

Ciro Ferreira Gomes é um advogado, professor universitário e político brasileiro radicado em Sobral, Ceará, desde 1968. É formado em direito pela Universidade Federal do Ceará.Em 1979, disputou as eleições da UNE, onde concorreu para vice-presidente na chapa Maioria, que na época era vista como uma tentativa da direita de buscar influência no âmbito estudantil. Iniciou a carreira política no PDS, sucessor da Aliança Renovadora Nacional, a Arena, partido que dava sustentação à Ditadura Militar Brasileira.

Em 1980 a agremiação passou a se chamar PDS, partido pelo qual disputou seu primeiro pleito, tendo se filiado ao partido poucos meses antes, elegendo-se deputado estadual em 1982. Em 1983, trocou de partido, passando para o PMDB, partido pelo qual reelegeu-se deputado estadual em 1986. Em 1988, migrou ao PSDB e conseguiu ser eleito, neste mesmo ano, prefeito de Fortaleza. Na eleição presidencial de 1989, apoiou no primeiro turno Mário Covas, candidato de seu partido, e Lula, no segundo turno. Em 1990, foi eleito governador do Ceará vencendo Paulo Lustosa. Foi o primeiro governador a ser eleito pelo PSDB. Ficou no posto entre 1991 e 1994.Deixou o cargo para assumir o Ministério da Fazenda em 6 de setembro de 1994 a convite do então presidente Itamar Franco. Foi membro do PSDB até 1996, quando filiou-se ao recém-criado PPS (do antigo Partido Comunista Brasileiro, presidido por Roberto Freire – fundado em 19 de março de 1992) para concorrer à presidência da República em 1998. Foi o terceiro mais votado com 7.426.190 votos (ficou atrás de Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva). Em 2002 disputou novamente o cargo público mais importante do país pelo PPS e terminou o pleito em quarto lugar com 10.170.882 votos (ficou atrás de Lula, José Serra e Anthony Garotinho). No segundo turno, apoiou Lula.

Nessa campanha, afirmou que havia combatido a ditadura militar .Passou em 2003, por não concordar com Freire quanto à oposição do PPS ao governo, para o PSB. Aceitou então convite de Lula para assumir o Ministério da Integração Nacional, responsável pelo desenvolvimento regional e obras de infraestrutura. No ministério, Ciro favoreceu os repasses a prefeituras do Ceará, o que tarde foi objeto de uma investigação sobre o possível desvio de milhões de reais dos cofres públicos.Foi divulgada, em 2010, pela revista Veja, uma investigação da Polícia Federal sobre o suposto desvio de 300 milhões de reais de verbas do Ministério da Integração Nacional, entre 2003 e 2009, quando Ciro era o titular da pasta, para financiar campanhas políticas.

A investigação também levantou o suposto envolvimento de Cid Gomes e do político cearense Zezinho Albuquerque no esquema de desvio de recursos. O esquema contaria também com a participação do empresário Raimundo Morais Filho, segundo ele próprio afirmou a seus advogados, em vídeo obtido pela revista Época.Dois dias após a reportagem da revista Veja, a Polícia Federal emitiu uma nota oficial negando qualquer envolvimento de Ciro Gomes ou de seu irmão Cid em um esquema de corrupção, como publicado pela revista.Revelou ainda na nota que a investigação corre em segredo de jsutiça, portanto qualquer acusação feita pela revista seria infundada e sem base.Em março de 2006, Ciro renunciou ao cargo para concorrer à Câmara dos Deputados Federais pelo Estado do Ceará. A candidatura ocorreu devido à chamada “cláusula de barreiras”. Ela minava partidos políticos que não tivessem pelo menos 5% de votos em âmbito nacional.

Assim, Ciro quis “salvar” o PSB da degola política e se candidatou, pois sabia que teria ampla votação. Caso contrário ele estaria na disputa pelo governo do Ceará ou como candidato a vice-presidente na chapa com Luiz Inácio Lula da Silva. Foi eleito o deputado federal proporcionalmente mais votado do Brasil com mais de 16% dos votos. “Salvou” o PSB. Seu irmão Cid Gomes foi eleito governador do Ceará no mesmo ano.Em 2005, defendeu Lula no caso do mensalão.Em 2007, foi divulgado que Victor Samuel Cavalcante da Ponte, amigo pessoal de Ciro e responsável pela arrecadação da campanha dele e de seu irmão Cid Gomes em 2006, e diretor-administrativo do Banco do Nordeste, respondia a processo administrativo por reduzir, por meio de acordo, sem possuir os poderes legais, uma dívida do banco com a empresa Frutas do Nordeste do Brasil S.A. (Frutan) de 65 milhões para 6,6 milhões de reais.

Na época do acordo, Ciro havia enviado cartas a empresários dizendo que Ponte falava em seu nome e de seu irmão em relação à contribuição para suas campanhas políticas.Ciro Gomes informou que nunca interveio nas operações do banco e que ligar seu nome ao caso “é forçar notoriamente a barra”.Em 22 de abril de 2008, afirmou em sabatina da Folha que poderia se candidatar à presidência do Brasil em 2010. Já em 18 de junho de 2009, admitiu ponderar sobre candidatura ao cargo de governador do estado de São Paulo.

Bem, e por que falar de Ciro Gomes aqui? Por causa de uma polêmica que ele mesmo se envolveu em procurar a candidata DILMA ROUSSEFF e ser seu coordenador de campanha e, ao mesmo tempo, dizer que o Serra é o candidato mais preparado para assumir o Brasil! Como é que pode? Alguém explica?